Samp apoia sistema de bicicletas compartilhadas

O projeto, que visa a promover a saúde e investir na qualidade de vida, também é uma alternativa sustentável para melhorar a mobilidade urbana

A Samp está apoiando mais um projeto inovador que ajudará a promover a saúde dos cidadãos. Trata-se do Bike VV, um sistema de bicicletas compartilhadas, implantado pela Prefeitura Municipal de Vila Velha que segue um modelo bem-sucedido adotado em diversas capitais e estados do país. O projeto é uma parceria com a PMVV e o Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes).

A Tembici é uma empresa especializada em soluções para mobilidade urbana, tendo como principal área de atuação o planejamento, implantação e operação logística de sistemas automatizados de bicicletas compartilhadas e de estacionamentos de bikes. Presente em 17 cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Sorocaba, Uberlândia e Juiz de Fora, a Tembici. contabiliza 33 projetos e mais de 2 milhões de usuários, desde sua fundação em 2010.

O lançamento oficial do Bike VV ocorreu no dia 11 de março, na Praça dos Ciclistas, na Avenida Estudante José Julio de Souza, Praia de Itaparica. Na ocasião, os ciclistas participaram de um “pedalaço”, no qual percorreram um trecho de 6 km da orla, chegando à Curva da Sereia, na Praia da Costa.

Ao todo, são 200 bicicletas em 20 estações, que estão estrategicamente localizadas em oito bairros do município. A primeira estação fica na Curva da Sereia, na Praia da Costa, e a última, na Rodovia Darly Santos. A expectativa é que o serviço atenda a aproximadamente mil pessoas diariamente.

As estações contam com 18 vagas, com boa iluminação e possui layout exclusivo, sendo concebidas para operar de forma ágil, inteligente e simples. Também são abastecidas por painéis solares que garantem a autossuficiência energética e são preparadas para eventual uso de bicicletas elétricas futuramente.

Para o diretor-geral da Samp, Márcio Maciel,
o projeto das bicicletas compartilhadas vai ao encontro do posicionamento estratégico da empresa. “Nosso foco é investir cada vez mais em ações que promovam  qualidade de vida, sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. Além disso, este projeto agrega inovação para o município de Vila Velha. Estamos felizes em patrocinar esta iniciativa, que, além de estimular a prática da atividade física, possibilita a mobilidade urbana”, contou.

Em seu discurso, o presidente do Banestes, Michel Sarkis, destacou que projeto é importante não só para o banco, mas também para a população. “Para nós é muito importante fazer parte deste projeto. Afinal, somos o Espírito Santo e somos também Vila Velha. Vamos tornar a cidade cada vez mais azul”, disse ele, destacando também que a cor das bicicletas remete ao tom da logomarca do banco e da operadora.

Segundo o vice-prefeito de Vila Velha, Jorge Carreta, o sistema poderá ser ampliado: “O Bike VV é uma realização desta gestão e dos parceiros do projeto, e estamos muito confiantes em seu sucesso. Caso a procura pelo compartilhamento de bicicletas seja muito grande, a prefeitura estudará a possibilidade de ampliação”, disse.

Inicialmente, o compartilhamento de bicicletas será operado sozinho, mas, futuramente, poderá ser integrado ao sistema aquaviário. “Há uma proposta de que ocorra a integração, sim. Faltam alguns ajustes operacionais. Cada ecobalsa terá a capacidade de transportar cerca de 60 bicicletas de Vitória para Vila Velha e vice-versa”, informou o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade de Vila Velha, Antônio Marcus Machado de Carvalho.

O secretário de Prevenção, Combate à Violência e Trânsito da cidade, coronel Oberacy Emmerich Junior, afirmou que o desafio é que as pessoas utilizem outros modais para que a qualidade de vida melhore. “Estamos dispostos a fazer ainda mais estudos para melhorar a infraestrutura, para que a população utilize as bicicletas com segurança e conforto, que é o que ela merece”, completou.

Já o diretor operacional da Tembici, Mauricio Vilar, acredita que a escolha por planos diários pode ser considerada um diferencial. “O turista que estiver na cidade pode comprar um plano de um ou três dias e utilizar as bicicletas, sem precisar fazer um cadastro e passar por alguma etapa burocrática. A população só ganha, e o turista também, pois encontra uma cidade mais acolhedora”, destacou.

 

Bicicletas

O design da bicicleta é exclusivo. Equipada com banco confortável e canote do selim com marcas para ajuste de altura, a bike conta com configuração de marchas para três velocidades e sistema de freios Rollerbrake, que garante freadas mais seguras.

Os refletores frontais e traseiros com sistema de iluminação Dynamo, com 10 mil horas de vida útil, permanecerão acesos por até 90 segundos, dando mais segurança ao ciclista enquanto aguarda abertura do semáforo. O cesto é adaptável ao tamanho da bagagem de mão do ciclista, sem acumular água ou sujeira.
Além disso, há um sistema de GPS, com um identificador do usuário e um dispositivo de trava com sistema antifurto, exclusivo no Brasil.

Os usuários poderão fazer viagens de até
60 minutos, respeitando o tempo de 15 minutos entre elas. Também será necessário manter um cadastro atualizado pelo site do Bike VV ou por meio do aplicativo Tembici. Caso o uso da bicicleta ocorra antes do prazo mínimo do intervalo, será contabilizada uma nova viagem.

A tecnóloga em Logística Lorena Fraga, 29 anos,
é moradora do bairro Jardim Asteca e costuma passear de bicicleta pela orla de Itaparica. Ela contou que o projeto é uma maneira de alinhar qualidade de vida e sustentabilidade. “Acho o projeto bem interessante, pois é prático, econômico e sustentável. Temos o costume de andar distâncias um pouco maiores de ônibus, carros e outros veículos, que causam engarrafamentos. Com o Bike VV, o trânsito pode até melhorar”, pontuou.

Praticante de cicloturismo desde 2013, o biólogo Werther Krohling, 42 anos, é morador do bairro Itapoã, e avalia o projeto como uma maneira de melhorar o trânsito em Vila Velha. “Vejo que é uma boa iniciativa. Vai atender bastante os turistas, mas desejo que o projeto seja estendido a outros bairros, como Barra do Jucu, Paul e outras áreas. Essa seria uma forma de contribuir para com a organização do trânsito na cidade”, concluiu.

COMO UTILIZAR

  • Para ter acesso às bicicletas, o usuário deve realizar um cadastro simples. Basta acessar o aplicativo Tembici (disponível nos sistemas Android e iOS) ou o site www.bikevv.com.br.
  • São quatro tipos de planos: diário, mensal e anual. Os valores são: R$ 5,40 (plano diário), R$ 8,10 (plano para três dias), R$ 10,80 (plano mensal) e R$ 67,50 (plano anual).
  • Já os planos diários poderão ser adquiridos diretamente nas estações com totem de autoatendimento, que representam 30% dos terminais.
  • Os usuários dos planos mensais e anuais terão acesso ao cartão por um custo de R$ 5,00, sendo possível adquiri-los também pelo aplicativo ou pelo portal.
  • Após o pagamento da taxa de adesão do plano (diário, mensal ou anual), o usuário terá direito a uma viagem de até 60 minutos. As viagens são ilimitadas, mas deverá ser respeitado o intervalo de 15 minutos entre elas.
  • Formas de pagamento: pelo aplicativo Tembici (disponível para os sistemas Android e iOS), no site www.bikevv.com.br e nos totens de autoatendimento. Somente são aceitos cartões de crédito.
  • A Tembici possui um Termo de Responsabilidade Civil contra acidentes e qualquer tipo de ocorrência, caso o usuário necessite. O contrato está disponível no site da empresa: www.tembici.com.br.

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