Prevenir é o melhor remédio

Essa frase antiga se aplica a vários aspectos de nossa vida diária, e todos sabemos que, ao evitarmos algo indesejado, vivemos melhor. Quando a prevenção se reflete no distanciamento de doenças limitantes e custosas no seu tratamento, vivemos mais tempo.
O Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde, publicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2015, revela que a maioria das pessoas no mundo poderá ultrapassar os 60 anos, e uma criança nascida no Brasil em 2015 viverá 20 anos mais que uma criança nascida há 50 anos.
Com essa perspectiva, assumimos que anos extras serão adicionados ao fim da vida, permitindo uma aposentadoria mais longa. Entretanto, quanto mais pessoas chegam a idades mais avançadas, evidências revelam que muitas reavaliam seu posicionamento nesse “curso natural” de suas vidas. Esses “anos adicionais” são aplicados no aperfeiçoamento profissional e na busca de nova carreira ou de uma paixão antes negligenciada. Os mais jovens, esperando viver mais tempo, planejam suas vidas diferentemente, entrando no mercado de trabalho mais tarde, viajando mais tempo antes de constituir família ou adiando a gravidez.
Entretanto, apesar das evidências de que as pessoas estão vivendo mais tempo, principalmente em países de alta renda, a qualidade desse tempo não é clara.
A OMS analisou indíviduos nascidas entre 1916 e 1958, concluindo que, mesmo diminuindo a prevalência de deficiências graves (dependência de terceiros para atividades simples –
comer e tomar banho), não houve modificações significativas no predomínio
de deficiência menos séria. Não há motivo para que isso não seja uma realidade no futuro, mas serão exigidas ações de saúde pública concentradas no envelhecimento e mais adaptação das operadoras de planos de saúde, construindo modelos de atenção integrada à saúde centrados na prevenção de doenças e complicações de males crônicos, associados fortemente à promoção da saúde, destituindo o modelo vigente exclusivamente focado na doença e em ações curativas.
No Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incentiva o desenvolvimento de programas para promoção da saúde e prevenção de doenças. Segundo o órgão regulamentador, ações preventivas, como reduzir o consumo de sal na dieta, pouparia milhões de dólares anuais com despesas médicas e, se associadas ao enfrentamento de obesidade, estresse, inatividade física e alimentação inadequada, potencializariam essa economia.
Alinhada a esse contexto, a Samp se diferencia estruturando um modelo de cuidado aos beneficiários baseado na promoção de saúde e qualidade de vida. Além da qualidade da assistência médica oferecida, reconhecida pelos clientes e certificada pela ANS, há o acolhimento dos programas de acompanhamento de gestantes, o apoio ao combate à diabetes e à hipertensão arterial e outros projetos em construção. A medicina do trabalho amplia essa oportunidade para cuidar da saúde dos seus colaboradores de uma forma integrada, alinhando assistência,
prevenção e promoção de saúde.
Na Samp não temos dúvidas, prevenir é melhor que remediar.

Paulo R. Leal
é médico, pós-graduado em Medicina do Trabalho, especialista em Gestão da Atenção à Saúde com MBA em Gestão de Planos de Saúde membro do Conselho Científico da Associação Paulista de Medicina do Trabalho

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